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segunda-feira, 18 de julho de 2011

O FUTURO DEPENDE DE NÓS


reflorestamento1

São Paulo virou, definitivamente, a página do desmatamento. Em vez de suprimir, os agricultores agora recuperam a vegetação natural. Quem garante é o recente censo agropecuário do Estado de São Paulo. Excelente notícia.
Intitulado Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agropecuária (Lupa) e realizado pela Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, o estudo mostra que as propriedades rurais do Estado de São Paulo ampliaram sua cobertura florestal, passando de 10% para 11,87% da área total das fazendas.
Tendo como base 2007/8, a área de matas nativas soma 2.432.912 hectares. Com relação ao levantamento anterior, feito há 12 anos, houve um aumento, declarado, de 478 mil hectares de matas no território paulista. É fantástico.
Essa área de vegetação natural levantada no censo exclui os parques e reservas florestais, mantidos em unidades públicas de conservação ambiental, como a Serra do Mar. Quer dizer, o acréscimo ocorreu nos remanescentes de vegetação mantidos pelos particulares, dentro de suas propriedades rurais.
Tal tendência conservacionista já havia sido detectada no Inventário Florestal do Estado de São Paulo, divulgado em 2005. Baseado em leitura e interpretação de imagens de satélite, a análise, comandada pelo Instituto Florestal, indicava, na época, um acréscimo de 126,6 mil hectares na cobertura natural do território paulista. Segundo o inventário, considerando áreas públicas e privadas, 13,84% do Estado encontrava-se protegido por vegetação nativa.
Essa informação será atualizada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, que deve apresentar os novos dados do Inventário Florestal até o final de 2009. Restará, certamente, comprovado que São Paulo se recupera do estrago ecológico feito no passado. Ainda bem.
Um importante indicador dessa verdadeira lição de casa ambiental reside no cadastro do projeto estratégico denominado Mata Ciliar. Nele estão arroladas as áreas de preservação permanente, declaradas por seus detentores, que se encontram em processo de recuperação florestal. Basicamente representam beiradas de brejo e nascentes d’água, margens de rios, córregos e reservatórios. Iniciativa inédita, o governo já contabiliza nesse sistema cerca de 300 mil hectares, locais onde a produção rural, sejam pastos ou lavouras, se encontra impedida. Fica, em decorrência, estimulada a vegetação natural.
A leitura das imagens de satélite, metodologia utilizada no Inventário Florestal, no entanto, não consegue detectar a recuperação das matas ciliares antes do prazo mínimo de cinco anos. Acontece que as árvores, plantadas ou nascidas naturalmente, precisam de tempo para crescer, formando capões de matas possíveis de ser detectados na fotografia aérea. Somente a partir de 2013 as imagens distantes serão capazes de anotar com maior precisão o resultado do trabalho de recuperação das matas ciliares no território paulista.
Tudo bem. Porque a tarefa será árdua e longeva. Fruto do processo histórico de ocupação, que recomendava desmatar até a barranca do rio, o governo estadual estima haver hoje 1,4 milhão de hectares de matas ciliares depauperadas, ocupadas pela agropecuária em São Paulo. E aposta que será necessário um prazo de 25 anos para concretizar sua recomposição vegetal. Quem, entretanto, já plantou árvores sabe que o trabalho custa, mas a sombra delas compensa.
Embora ainda invisíveis pelos satélites, quem anda pelo interior afora já percebe a formação, especialmente nas baixadas, de “corredores ecológicos”. Apesar de incipientes, eles começam a cumprir funções ambientais relevantes na defesa da biodiversidade e das águas.
Nas microbacias hidrográficas, locais onde os agricultores se organizam para, conjuntamente, promover a formação desses bosques lineares, a paisagem rural está-se modificando. A fauna retorna. Pássaros, répteis e mamíferos, desaparecidos, ressurgem como se escondidos estivessem tantos anos com medo da civilização. É incrível a capacidade de recuperação da natureza. Onças pardas despontam por aí, assustando bezerros. Para não falar das capivaras.
Falta reaparecerem os peixes. Os agricultores, sempre culpados pelos problemas ambientais da Nação, aguardam os citadinos coletarem e bem tratarem os esgotos domésticos, pois, despejados nos rios, viram venenos para a fauna aquática. O impostergável saneamento urbano, associado à recuperação das matas ciliares do campo, permitirá que o azul das águas se reconcilie com o verde da biodiversidade.
As boas notícias trazidas pelo censo agropecuário/Lupa comprovam também que avança na agricultura paulista a conservação do solo. As práticas de controle de erosão se ampliaram em 22% nas propriedades rurais. O plantio direto, a mais avançada técnica conservacionista da agricultura, passou de 550 mil para 760 mil hectares cultivados em São Paulo. Boa prática da agronomia tropical. Sustentável e socialmente justa.
O censo agropecuário paulista atesta que diminuiu de 72 para 63 hectares o tamanho médio da propriedade rural. Olha só, significa que o avanço da tecnologia favoreceu a pequena propriedade, impedindo a concentração fundiária. O discurso esquerdista, que amaldiçoa o agronegócio, ficou vazio. Dançou na ideologia.
A despeito dos problemas ecológicos, reduzidos, mas ainda persistentes, como o uso impróprio de agrotóxicos e as queimadas de cana, a agricultura paulista assume crescentemente sua face conservacionista. Olhada pela lupa, a agenda rural se esverdeia. E se democratiza.
Sorte do futuro.
Fonte : O Estado de S. Paulo - Ter, 19/05/0907h58
Xico Graziano, agrônomo, é secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

CUIDANDO DO VERDE DO PLANETA TERRA

Quando a RGE elabora projetos para construção de Linhas de Transmissão e Redes de Distribuição de Energia há grande preocupação para que sejam evitados danos à vegetação, ainda assim, devido às características destas obras é comum haver a necessidade de corte de árvores.

A legislação florestal do Estado estabelece que para cada corte de árvore nativa adulta devem ser plantadas 15 mudas de árvores nativas, são as chamadas "reposições florestais".


  Municípios onde a RGE realiza reflorestamentos:
Caxias do Sul
Entre-Ijuís
Passo Fundo
Três de Maio
Porto Lucena
Gravataí
São Francisco de Paula

Em função da execução de obras onde ocorreu a necessidade de corte de árvores a RGE realizou reflorestamentos em diversos municípios.

Município: Caxias do Sul
Número de mudas plantadas: 34.225

Espécies: Araçá amarelo, Farinha seca, Aroeira vermelha, Guajuvira, Cedro, Ipê branco, Angico vermelho, Bracatinga, Cocão, Pitanga, Açoita cavalo, Caroba e Mamica-de-cadela.

Ano de implantação: 2001

Importância: As mudas foram plantadas em áreas públicas controladas pelo SAMAE (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto) de Caxias do Sul, estas áreas fazem parte da bacia de captação da Barragem do Faxinal.
O plantio contribui para a proteção do solo e com isto evita o carregamento de terra para dentro do reservatório através das chuvas.
O plantio também torna o ambiente mais favorável para a conservação e expansão da fauna local.

Município: Entre-Ijuís
Número de mudas plantadas: 3.300

Espécies: Ipê branco, Aroeira cinzenta, Aroeira piriquita, Timbaúva, Ingá feijão.

Ano de implantação: 2001

Importância: As mudas foram plantadas em área pública do Colégio Municipal de Ensino Fundamental Zeferino Antunes de Almeida, este colégio ensina técnicas agrícolas para os alunos.
O plantio foi realizado em área que apresenta degradação por processos erosivos e visa sua recuperação.

Município: Passo Fundo
Número de mudas plantadas: 800

Espécies: Araucaria, Guajuvira, Pitanga, Aroeira piriquita, Aroeira vermelha, Açoita cavalo, Chal-chal, Timbaúva, Ingá.

Ano de implantação: 2001 e 2002

Importância: As mudas foram plantadas em áreas públicas controladas pela CORSAN (Companhia Riograndense de Saneamento) de Passo Fundo, estas áreas fazem parte da bacia de captação da Barragem do Arroio Miranda.
Quando estiverem adultas as árvores contribuirão para a proteção do reservatório contra a entrada de terra.

Município: Três de Maio
Número de mudas plantadas: 21.500

Espécies: Cabreúva, Chá-de-bugre , Camboatã vermelho, Rabo-de-bugio, Açoita cavalo, Chal-chal, Canela-de-veado, Angico vermelho, Pitanga, Araticum, Guajuvira, Timbaúva, Cedro, Cerejeira, Camboatã branco, Ingazeiro, Aroeira preta, Guamirim, Figueira-do-mato, Guatambú, Canafístula.

Ano de implantação: 2001 e 2003

Importância: Os plantios foram realizados em diversas propriedades rurais, as mudas foram plantadas com o objetivo de enriquecer florestas degradadas e áreas com vegetação de porte arbustivo, elas contribuirão para a melhoria ambiental e acrescentarão valor às florestas.

Município: Porto Lucena
Número de mudas plantadas: 10.400

Espécies: Açoita cavalo, Angico vermelho, Pitanga, Guavirova, Grápia, Louro, Paineira, Canjerana, Timbó, Ipê roxo, Timbaúva, Cerejeira, Guatambu e Canafístula,

Ano de implantação: 2003 e 2004

Importância: As árvores foram plantadas em áreas degradadas existentes nas margens do Rio Uruguai. As árvores contribuirão para a recuperação da mata ciliar do Rio e beneficiarão a fauna pelo fato de que facilitarão sua circulação pelas margens, formando os chamados "corredores ecológicos".

Município: Gravataí
Número de mudas plantadas: 8.000

Espécies: Pitanga, Aroeira vermelha, Aroeira cinzenta, Erva mate, Chal-chal, Ingá macaco, Ingá verde, Caroba, Cedro, Guajuvira e Louro.

Ano de implantação: 2002

Importância: As mudas foram plantadas no interior da floresta degradada existente na margem do Rio Gravataí.
Parte da área é utilizada como balneário, as árvores plantadas contribuirão para a qualificação do local para uso pela comunidade.

Município: São Francisco de Paula
Número de mudas plantadas: 14.350

Espécies:
Araucária, Erva mate, Cedro, Ingá e Pessegueiro bravo.

Ano de implantação: 2002

Importância: As mudas foram plantadas em área que integra o Pró-mata, que é um centro de pesquisas e conservação da natureza vinculado a PUC - Pontifícia Universidade Católica.
As mudas foram plantadas em áreas cobertas com vegetação em porte arbustivo, tendo elas a finalidade da auxiliar no processo de recuperação da floresta nativa na área.
O desenvolvimento das mudas é acompanhado por pesquisadores e alunos da PUC.
No local ocorre grande perda de mudas em função da ação da fauna, especialmente roedores, para compensar estas perdas são realizados trabalhos para condução da regeneração natural de mudas.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A importância das matas

 

Trecho do Rio Muriaé, próximo à nascente.
"Terra sem verde, terra sem vida, terra sem valor".
(Romero de Muriaé)


Matas, fábricas de água
As matas estão diretamente associadas à vitalidade dos rios. Como se costuma dizer, matas são fábricas de águas e, conseqüentemente de rios. Isto porque as matas evitam as enxurradas, e ao reterem as águas das chuvas na superfície por mais tempo, permitem que mais quantidade de água infiltre no solo. Como já vimos, assim, o lençol freático é alimentado de forma mais eficiente. Parte desta água, então, volta à superfície, alimentando os rios de forma constante e gradativa.

Além disto, as matas têm também a função, de evitar que as águas das chuvas desçam os morros de forma brusca, carregando a cobertura superficial do solo, que é a camada fértil rica em material orgânico.


Noroeste em estado de desertificação
Quando uma região é desmatada, como é o caso da região junto à microbacia do Rio Muriaé, a tendência é o progressivo empobrecimento do solo e conseqüente desertificação. De fato, a região do Noroeste Fluminense já vem sendo considerada região em crescente estado de desertificação pelos órgãos de pesquisa e instituições ambientais. Alertas têm sido feitos, mas ainda precisamos buscar soluções. Ações são necessárias onde somente as palavras não representem solução.

O desmatamento faz também com que as chuvas venham a varrer (lixiviar) o solo e carregar seus nutrientes para os leitos dos rios, assoreando-os e fazendo-os transbordar, gerando inundações como as que recentemente vimos no Noroeste Fluminense em 1979 e 1997.
De acordo com a Lei 9605 (Lei de Crimes Ambientais), matas nativas devem ser preservadas, mas todo ano continuamos assistindo a queimadas criminosas às vezes em regiões bem próximas às estradas e ao perímetro urbano de nossas cidades.
Quando isto vai acabar ?
O Norte Fluminense Contém o Maior Número de Pássaros Ameaçados de Extinção em Todas as Américas
As áreas baixas da Mata Atlântica do Norte Fluminense contêm o maior número de pássaros ameaçados de extinção em todas as Américas. O projeto Cordão de Mata, do Instituto Pro-Natura, que conecta remanescentes florestais num corredor biológico entre a Reserva Biológica de Tinguá e o Parque Estadual do Desengano, representa solução viável para proteger tais espécies e prover benefícios aos habitantes urbanos do Estado do Rio.
Estas foram algumas das conclusões alcançadas pelos participantes do I Workshop sobre Restauração da Mata Atlântica como Ferramenta para a Gestão de Bacias Hidrográficas, realizado entre 7 e 19 de janeiro, no Hotel Fazenda Carrapeta, em Conceição de Macabu, em colaboração com pesquisadores do Instituto de Economia Ecológica (IEE) da Universidade de Maryland-EUA, com o apoio da Universidade Federal Rural Federal do Rio de Janeiro e da Fundação CIDE. A realização do Workshop recebeu financiamento da Fundação MacArthur.
Os 34 participantes do evento, vindos de diversas partes do Brasil (São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Bahia), EUA, Alemanha, Itália, França, Angola, Peru e Venezuela estão trabalhando na região. Dentre os participantes multidisciplinares, incluem-se técnicos de diversas instituições do estado do Rio, destacando-se a Diretora do Parque Nacional da Tijuca, além de especialistas do Instituto Estadual de Florestas e da Fundação CIDE, assim como da UFF, UFRJ, UFRRJ e UENF.

domingo, 15 de maio de 2011

CUIDANDO DAS FLORESTAS BRASILEIRAS

Fotos de reflorestamentofoto-de-reflorestamento.jpg
O desmatamento continua acontecendo com intensidade nas florestas brasileiras que sofrem demais com cada arvore cortada pelo ser humano, mas não são apenas animais e arvores que sofrem com esse desmatamento, porque seres humanos também sofrem com esse desmatamento descontrolado que acontece regularmente na Amazônia que tem uma bela floresta. Essa floresta amazônica já foi muito desmatada pelos seres humanos que só pensam no dinheiro, quem pensa muito no dinheiro não pensa nos seus filhos e netos que irão nascer num mundo poluído por causa desse desmatamento causado de forma descontrolada.
Existem algumas ONGs brasileiras que estão tendo que reflorestar algumas áreas devastadas pelos seres humanos que querem ganhar muito dinheiro com essas árvores, essas ONGs brasileiras tentam reflorestar de forma rápida aquelas áreas que podem ser maiores que vários um campos de futebol, esse tamanho de área desmatada dificulta a vida de muitas ONGs que não vão parar até reflorestar muitas áreas desmatadas.
Fotos desses reflorestamentos mostram um pouco do trabalho dessas organizações não governamentais brasileiras que não devem desistir dos seus objetivos, se elas desistirem dos seus objetivos será difícil de encontrar belas áreas verdes crescendo em áreas desmatadas, é por isso que as ONGs devem replantar árvores derrubadas por seres humanos gananciosos, e pessoas que quiserem ajudar não devem cortar nenhuma árvore para contribuir com o meio ambiente, só deve plantar algumas árvores de pequeno porte na frente da casa ou em alguma área verde da cidade onde mora.

O REFLORESTAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA

Reflorestamento da Amazonia
A Amazônia é a maior floresta do Brasil, sendo uma das maiores do mundo e da América Latina. Mas a destruição e o desmatamento do meio ambiente só fizeram com que a floresta diminuísse e sofresse com isso.
Muitos animais que fazem parte da fauna Amazônica estão extintos e apenas viraram uma foto em catálogos. Isso se deve pelo fato de caça, apreensão ilegal, destruição do habitat natural da espécie, etc.
ONGs que se preocupam com o meio ambiente, como o Greenpeace e o WWF, tentam reflorestar a Amazônia, ou seja, replantar tudo o que já foi desmatado e destruído pelo homem. É uma tarefa difícil, mas aos poucos esta sendo feita.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

PAPA APELA POR AÇÕES SOBRE AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Papa Bento XVI apelou por ações urgentes para proteger o meio ambiente, dizendo terça-feira que as alterações climáticas e catástrofes naturais ameaçam os direitos à vida, à alimentação, à saúde – e finalmente a paz.
Em sua mensagem anual, o Papa defendeu que os problemas econômicos, sociais e ambientais do mundo são crises morais que exigem a humanidade a repensar sua maneira de viver.
“Não podemos mais prescindir de uma verdadeira mudança de perspectiva que irá resultar em novos estilos de vida”, disse ele, tocando novamente em um tema que lhe valeu a reputação de ser o papa “verde”.
Bento XVI exortou sociedades avançadas a adotar estilos de vida mais sóbrio “, reduzindo o consumo de energia e favorecendo as políticas de energia eficiente. Ele incentivou a investigação sobre formas de explorar a energia solar, para gerenciar as florestas e para melhorar a eliminação de resíduos.
Uma ação é mais urgente do que nunca “diante dos sinais de uma crescente crise que seria irresponsável não levar a sério”, disse ele.
Notando que a mudança climática e a desertificação provocada, poderia levar milhões à pobreza, fome, conflitos e deslocamentos, o Papa disse: “Todas essas questões tem um profundo impacto sobre o exercício dos direitos humanos, tais como o direito à vida, à alimentação, saúde e desenvolvimento. ”
Bento XVI disse que os países industrializados devem reconhecer sua responsabilidade pela atual crise ambiental e mostrar solidariedade para com as nações em desenvolvimento. Contudo, os países emergentes não estão isentos de responsabilidade própria e há necessidade de uma ação internacionalmente coordenada, disse ele.
A proteção ambiental é um tema próximo ao coração de Bento XVI e ele tem feito cha,ados freqüentes para salvar o planeta.
Durante seu pontificado, o Vaticano tem dado passos no sentido de uma maior sustentabilidade ambiental, ingressar em um projeto de reflorestamento que visa compensar as suas emissões de CO2, e já instalou células solares no telhado do seu auditório principal.

2O11 ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS

As florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre. Pela importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas e, por isso, a ONU declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas